sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Contraproposta relativa aos Caixas de Resistência (1869)

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"Reação a um relatório da Seção Central de Genebra da A.I.T., aprovada em uma sessão da Aliança em 14 de Agosto, 1869”.

Contraproposta

1) Deve ser criada em cada Seção, corporação ou sociedade na Associação Internacional um Caixa de Resistência [Caisse de Résistance].

2) A fim de formar esse Caixa, cada Seção ou Sociedade Corporativa, por decisão tomada em Assembleia Geral, modificável por Assembleias posteriores da Seção ou Sociedade Corporativa, imporá [a contribuição] a todos os seus membros, sempre em conformidade com a taxa de seus salários.

3) Nenhum membro, exceto em casos muito graves, como o desemprego forçado, infortúnios familiares ou doenças prolongadas, casos que serão sempre reconhecidos pela Assembleia Geral da Seção, pela Comissão, ninguém pode evitar o pagamento desta contribuição, sob pena de exclusão pronunciada pela Assembleia Geral da sua Seção.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Programa da Democracia Socialista Russa [Narodnoe Delo] (1868)

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NOSSO PROGRAMA [1]

Queremos que a emancipação do povo, a sua emancipação intelectual, econômica, social e política.

I. A emancipação intelectual das massas populares é indispensável para que a sua liberdade política e social possam se tornar completas e sólidas. A fé em Deus, a crença na imortalidade da alma, e, em geral, todo o idealismo ou utopias sobrenaturais, necessariamente baseada em um princípio falso, ao contrário da ciência, tem sido para os povos uma causa constante de escravidão e miséria. Por um lado, eles sempre serviram como justificativa e apoio a todos os escravizadores da humanidade, a todos os exploradores do trabalho das massas; por outro lado, eles têm desmoralizado os próprios povos, dividindo sua consciência e seu ser entre duas tendências absolutamente opostas: a celeste e outra terrestre, e, ao mesmo tempo privando-os da energia necessária para ganhar seus direitos humanos e conseguirem uma vida feliz, uma livre existência. Daí resulta que somos francos defensores do ateísmo e da ciência, o materialismo humanitário.

sábado, 8 de outubro de 2016

Nechayev: Criminoso político ou não? (1872)

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Publicamos em 16 de agosto um documento protestando contra a prisão de um homem que é realizada, com ou sem razão, por Nechayev, o agitador político russo. Com a publicação deste documento, tivemos o mais forte desejo de ver este belo direito que a Suíça garante aos emigrados, este direito de asilo que desfrutamos, preservar intacta a sua pureza original e santidade.

O governo russo persegue Nechayev, como todo governo despótico faz, quando um homem tenta, mesmo uma tentativa infrutífera, de derrubá-lo. Todo mundo entende como, a qualquer preço, o governo russo pretende que este homem esteja em seu poder. Nechayev hoje encontra-se sobre o solo hospitaleiro da Suíça; consequentemente, como um criminoso político, a Rússia não pode exigir a sua extradição. Para prendê-lo, restava apenas um meio, que é o de torná-lo um criminoso comum. Em tais ocasiões, o despotismo não tem escrúpulos em usar qualquer coisa: Mentiras, calúnias, as mais baixas intrigas, nada lhe traz repugnância, desde que ele atinja seu objetivo. Mas enquanto cresce a baixeza e a astúcia do governo russo, seu entusiasmo para privar o emigrante do seu direito de asilo, é quando mais nós sentimos que é um dever trazer à luz seus artifícios covardes. É por isso que julgamos necessário explicar em poucas palavras a natureza e o caráter do julgamento de Nechayev. Vamos nos limitar aos relatórios estenográficos que, depois de uma revisão preliminar, foram publicados pelo governo nos jornais oficiais russos. Isso será suficiente para convencer a todos de que o crime do Nechayev é de natureza puramente política.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Carta de Bakunin à Talandier sobre Nechayev (1870)

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Este 24 de Julho de 1870, Neufchâtel, de volta à Locarno.

Querido amigo:

Acabo de saber que Nechayev chegou à sua casa e lhe deu imediatamente os endereços dos nossos amigos Mroczkowski e sua esposa. Deduzo que as duas cartas em que Ogarev e eu tínhamos avisado e pedido para que ele fosse rejeitado chegaram muito tarde, e sem qualquer exagero, considero o resultado desse atraso uma grande desgraça. Pode parecer estranho que lhe aconselhemos que rejeite um homem, ao qual demos credenciais para você escritas com palavras muito calorosas. Mas essas credenciais são do mês de maio, e desde então descobrimos e tivemos de nos convencer da existência de coisas tão sérias que devemos romper todas as nossas relações com Nechayev, e com o risco de passar os seus olhos como homens inconsequentes, pensamos ser um dever sagrado alertá-lo e prepará-lo contra ele.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Carta de Bakunin à Sergei Nechayev (1870)

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Estimado companheiro: dirijo-me agora a você e, através de você, ao seu e ao nosso Comitê. Espero que se você está agora em um lugar seguro, livre das pequenas moléstias e inquietações, possa reconsiderar tranquilamente a sua situação e a nossa em geral, nossa causa comum.

Comecemos reconhecendo que nossa primeira campanha, iniciada em 1869, se perdeu, estamos derrotados. Esmagados por duas razões principais: a primeira, o povo não se levantou em cuja revolta confiávamos com todo o direito. Vemos que não se esgotou o limite de seus sofrimentos e o limite de sua paciência. Vemos que sua confiança em si mesmo, em seu direito e em sua força, ainda não estava avançada e não se encontrou um número suficiente de pessoas capazes por toda a Rússia para atuar junto e despertar essa confiança. A segunda razão, nossa organização, pela qualidade e pela quantidade de seus membros e do mesmo modo de sua formação, resultou insuficiente. Por isso fomos derrotados, perdemos muitas forças e pessoas valiosas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

A Reação na Alemanha (1842)

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OS ADVERSÁRIOS DA LIBERDADE
Liberdade, realização da liberdade: quem pode negar que estas palavras estão agora à cabeça da ordem do dia da história? Amigos e inimigos reconhecem-no apesar de tudo, e ninguém ousa declarar-se abertamente e audaciosamente adversário da liberdade. Mas falar de alguma coisa e reconhecê-la não lhe dá uma existência real, e isto, o evangelho, sabe-o bem[1]; na realidade, há infelizmente ainda uma multidão que, verdadeiramente, não acredita do mais profundo do seu coração, na liberdade. Vala a pena, no interesse desta causa, ocuparmo-nos deles. Pertencem a tipos muito diferentes: encontramos, em primeiro lugar, pessoas bem colocadas, carregadas de anos e de experiência que, na sua juventude, eram mesmo diletantes da liberdade política; um homem rico e distinto encontra, na realidade, um certo prazer requintado em falar de liberdade e de igualdade, o que o torna, além do mais, duplamente importante na sociedade. Mas como não mais podem agora gozar a vida como no tempo da sua juventude, procuram dissimular o seu enfraquecimento físico e intelectual sob o véu da “experiência” — uma palavra tanta vez enganadora —: é perder tempo falar com estas pessoas; nunca levaram a liberdade a sério, nunca a liberdade foi para eles a religião que só conduz aos maiores prazeres e à felicidade suprema pela via das mais terríveis contradições, ao preço dos mais cruéis sofrimentos e da abnegação total e sem reservas. Verdadeiramente não há algum interesse em discutir com eles, porque são velhos e, assim, apesar de tudo, morrerão brevemente.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A política da Internacional (1869)

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Até agora acreditamos, diz La Montagne, que as opiniões políticas e religiosas eram independentes da qualidade de membro da Internacional; e, quanto a nós, é nesse terreno que nos situamos? 

Poder-se-ia crer, à primeira vista, que o Sr. Coullery tem razão. Isso porque, com efeito, a Internacional, ao aceitar em seu seio um novo membro, não lhe pergunta se ele é religioso ou ateu, se pertence a tal partido político ou não pertence a nenhum; pergunta-lhe simplesmente: és operário, ou, se não és, queres, sentes a necessidade e a força para abraçar francamente, completamente a causa dos operários, de identificar-te com ela, à exclusão de todas as outras causas que poderiam ser-lhe contrárias?

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

A Dupla Greve de Genebra (1869)

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Os burgueses provocam-nos. Esforçam-se para nos levar ao desespero por todos os meios, pensando, não sem muita razão, que seria muito bom para seus interesses forçar-nos a travar batalha com eles hoje.

Caluniam-nos e insultam-nos em seus jornais; desnaturam, travestem e inventam fatos, contando com as simpatias de seu público, que os perdoará tudo, desde que os burgueses, os patrões sejam inocentados e os trabalhadores caluniados. Seguros dessa impunidade e dessa simpatia, o Journal de Genève sobretudo, o devoto mentiroso, supera-se em mentiras. Eles não se contentam em provocar-nos e insultar-nos por meio de seus escritos; impacientes para fazerem-nos perder a paciência, recorrem às vias de fato. Seus tristes filhos, essa juventude dourada cujo ócio corrompido e vergonhoso detesta o trabalho e os trabalhadores; esses acadêmicos, doutos em teologia e ignorantes da ciência, esses liberais da rica burguesia, vão às ruas, como no ano passado, e amontoam-se nos cafés, armados de revólveres mal dissimulados em seus bolsos. Dir-se-ia que eles temem um ataque por parte dos operários e que se creem forçados a afastá-los.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Aonde ir e O que fazer (1873)

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Se nos perguntassem, por todo o tempo transcorrido desde a revolta de Dezembro até hoje: O que é um revolucionário russo?, seríamos obrigados a responder: um homem na maioria das vezes jovem, que tem constantemente ímpetos e quer agir, mas que nunca chega a nada, um arrazoador que não cessa de pontificar, que evolui como em seu jardim, entre todas as teorias, sociais ou não, possíveis e imagináveis, mas que não consegue aplicar uma única dentre elas; em resumo, um homem sempre meditando e empreendendo algo, mas que nada sabe conduzir, não digamos ao fim, mas, inclusive, até o esboço de um ato real.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Esclarecendo os erros sobre Mikhail Bakunin (1976)

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INTRODUÇÃO ORIGINAL (LCR, 1976).
O texto a seguir é uma tradução do francês. Foi publicado no Solidarite Ouvrière, o jornal mensal da Alliance Syndicaliste Revolutionnaire et Anarcho-syndicaliste. Temos muitas críticas ao sindicalismo, e isso inclui a sua variante anarco-sindicalista.

No entanto, o ASRAS, em sua reavaliação do movimento libertário, seu compromisso com a política das classes revolucionárias e uma dialética materialista, representa um dos grupos libertários mais valorosos e progressistas da França, juntamente com a Organisation Cominuniste Libertaire e o Collectif pour un Union des Travailleurs Communiste Libertaire.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Tática e Disciplina do Partido Revolucionário

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O nosso objetivo é criar uma coletividade revolucionária forte mas sempre invisível, uma coletividade que deve preparar a revolução e dirigi-la..., deixando ao movimento revolucionário de massas o seu desenvolvimento total à sua organização social... a mais completa liberdade, mas vigiando sempre para que este movimento e esta organização nunca possam reconstituir autoridades, governos, Estados, e combatendo todas as ambições, tanto coletivas (no gênero da de Marx) como individuais pôr influência natural, nunca oficial, de todos os membros de nossa Aliança, disseminados em todos países, e cuja força vem unicamente de sua ação solidária e da unidade de programa e de objetivos que deve existir sempre entre eles.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Deus e o Estado (1871)

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Esta edição de Deus e o Estado, cujo título não foi de autoria de Bakunin, recupera a primeira, de 1882, organizada por Carlo Cafiero e Elisée Reclus, publicada em Genebra pela Gráfica Jurassiana. No livro Bakounine - combats et idées, lançado pelo Instituto de Estudos Eslavos, Paris, 1979, p. 242, afirma Pierre Pécheaux em artigo intitulado "1882 - Deus e o Estado, editado por Carlo Cafiero e Elisée Reclus": "Este escrito, que é um fragmento da 2ª edição do Império Cnuto-Germânico e a Revolução Social, e o mais conhecido da obra de Bakunin, traduzido para uma quinzena de idiomas, é objeto de pelo menos 75 edições. De 1882 a 1973, levantamos 71 edições em quinze idiomas diferentes". Neste mesmo livro há um outro artigo - "Balanço das publicações" -, onde Pécheaux declara que houve quatro versões de Deus e o Estado: a primeira, de 1882, de Carlo Cafiero e Elisée Reclus; a segunda, de 1895, de Max Nettlau; a terceira, uma combinação dos textos contidos nas duas anteriores e a quarta, do citado Nettlau, acrescida de outros escritos de 1870 e 1871. Em função dessas combinações variadas de textos, cria-se a confusão durante muitos anos a respeito do conteúdo de Deus e o Estado, título que coube a Carlo Cafiero, na edição de 1882, mas que foi aproveitado em diferentes edições subsequentes. A tradução para o português é de Plínio Augusto Coelho.

APRESENTAÇÃO
Esta apresentação foi escrita como advertência para a primeira edição desta obra, em 1882, por Carlo Cafiero e Elisée Reclus.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Publicado o livro "Pensamento e Práticas Insurgentes"

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Apresentação - Andrey Cordeiro Ferreira [1]

O presente livro é resultado de diversas contribuições feitas ao primeiro seminário “Anarquismo: pensamento e práticas insurgentes”, realizado na cidade do Rio Janeiro em 2015[2], bem como de trabalhos de pesquisa do Núcleo de Estudos do Poder.

O seminário discutiu a crise contemporânea do Estado, do capitalismo e as insurgências e resistências anticapitalistas. O objetivo do seminário foi desenvolver uma reflexão crítica sobre as condições objetivas e subjetivas desse processo de crise e insurgência, indicando como saberes e práticas de resistência podem ajudar a descolonizar epistemologicamente as ciências sociais e liberar as vozes subalternas (e sua crítica prático-teórica do capitalismo e dos diferentes tipos de socialismo de Estado). As vozes e práticas que questionam a representação, a organização e a burocratização típicas da sociedade (pós) moderna-industrial (nas suas variantes estatista, neoliberal e socialista de Estado) não foram compreendidas adequadamente, seja a partir da ótica marxista ou liberal (na sua vertente weberiana, durkheimiana, funcionalista e etc.), e é preciso um mergulho na análise de situações concretas, da história em movimento, para alcançarmos uma visão satisfatória.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O sistema capitalista

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Este panfleto é um excerto do ensaio O Império Knuto-Germânico e a Revolução Social, e está incluído em The Complete Works of Michael Bakunin [As Obras Completas de Mikhail Bakunin] com o título de “Fragment” [“Fragmento”]. Partes do texto foram originalmente traduzidas para o inglês por G. P. Maximoff, para sua antologia de escritos de Bakunin, e as partes faltantes foram traduzidas por Jeff Stein, a partir da edição espanhola, que tem tradução de Diego Abad de Santillán (Buenos Aires, 1926) vol. III, pp. 181-196.

*****

Será necessário repetir aqui todos os argumentos irrefutáveis do socialismo, que até agora nenhum economista burguês conseguiu contestar? O que é a propriedade, o que é o capital em sua presente forma? Para o capitalista e para o detentor da propriedade, eles significam o poder e o direito, garantidos pelo Estado, de viver sem ter de trabalhar. E, uma vez que nem a propriedade, nem o capital produzem qualquer coisa se não forem fertilizados pelo trabalho, isso significa o poder e o direito de viver à custa da exploração do trabalho alheio, o direito de explorar o trabalho daqueles que não possuem propriedade ou capital e que, portanto, são forçados a vender sua força produtiva aos afortunados detentores de ambos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Necessidade da Organização

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É verdade que há [no povo] uma grande força elementar, uma força sem dúvida nenhuma superior à do governo e à das classes dirigentes tomadas em conjunto; mas sem organização uma força elementar não é uma força real. É nesta incontestável vantagem da força organizada sobre a força elementar do povo que se baseia a força do Estado.

Por isso o problema não é saber se o povo pode se sublevar, mas se é capaz de construir uma organização que lhe dê os meios de se chegar a um fim vitorioso - não por uma vitória fortuita, mas por um triunfo prolongado e derradeiro. (Maximoff, 367, 70).

Diga-se o que se disser, o sistema atualmente dominante é forte, não por suas idéias e pela sua força moral intrínseca, que são nulas, mas por toda a organização mecânica, burocrática, militar e policial do Estado, pela ciência e pela riqueza das classes que têm interesse em mantê-lo. (Obras, VI. 352-353, 71).

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

A ilusão do Sufrágio Universal

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Os homens acreditavam que o estabelecimento do sufrágio universal garantia a liberdade dos povos. Mas infelizmente esta era uma grande ilusão e a compreensão da ilusão, em muitos lugares, levou à queda e à desmoralização do partido radical. Os radicais não queriam enganar o povo, pelo menos assim asseguram as obras liberais, mas neste caso eles próprios foram enganados. Eles estavam firmemente convencidos quando prometeram ao povo a liberdade através do sufrágio universal. Inspirados por essa convicção, eles puderam sublevar as massas e derrubar os governos aristocráticos estabelecidos. Hoje depois de aprender com a experiência, e com a política do poder, os radicais perderam a fé em si mesmos e em seus princípios derrotados e corruptos.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Novo site do Arquivo Bakunin


Desde 2009 o Arquivo Bakunin se propõe a divulgar e resgatar o pensamento, vida e memória do filósofo russo Mikhail Bakunin. Acompanhando as novas mídias, optamos por reformular nosso site, assim como difundi-lo nas redes sociais, através de uma página
Dando continuidade a tradição do Arquivo Bakunin, aceitamos colaborações, críticas, assim como sugestões de textos, matérias, eventos, livros e demais publicações em português ou em quaisquer outras línguas. Este contato pode ser feito através de nosso novo e-mail: arquivobakunin.br@gmail.com
Ao longo do tempo, repostaremos o acervo do nosso antigo site, assim como novos materiais.
No mais, esperamos auxiliar a ampliação dos estudos acerca de Mikail Bakunin.

Ateciosamente, 
Os Editores. Brasil, 16.08.2016.